1967, eu tinha onze anos, auge da Jovem Guarda, show no Clube Pinheiros com Roberto Carlos e toda turma.
Meu pai comprou dois ingressos, um para mim e outro para Kathe, uma Americana que passou um ano em casa (intercambio).
Uns dias antes do show, conversando com a Marjorie, uma das meninas mais bonitas da escola (Liceu Eduardo Prado), ela disse que queria ir ao show, mas não tinha mais ingressos.
Eureca!! Eu arranjo a entrada, ganho uns pontinhos com ela, e ainda assisto o show ao seu lado! Perfeito.
Dei um ingresso para ela e no dia do show, em casa, começamos a procurar o que faltava, e eu na maior cara de pau dizendo que tinha perdido um. Meu pai, era um “pouco” bravo, falou um monte pra mim. Eu, agüentando firme minha versão, de que tinha perdido.
A Kathe falou que eu podia ir, ela não fazia questão, mas meu pai não queria saber, eu era responsável pela perda, e não iria.
Foi quando o telefone tocou, e meu amigo Marcello Artacho disse que tinha um ingresso sobrando, porque o pai dele não ia assistir.
Salvo pelo gongo, ou pelo Marcello!
Detalhe... nem vi a menina no show!!!
Roberto Carlos, na época em que eu queria ser ele!
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Estoria ou história - Criança tem cada uma! (1)
Fernando, meu sobrinho mais velho (hoje realmente mais “velho”) tinha uns cinco anos e estava na beira do lago pescando com o Tio Beto.
De repente sai a pergunta:
“Tio, merda é palavrão?”
“Mais ou menos, você não pode ficar falando na frente de todo mundo”
Então, aproveitando a solidão na beira do lago, ele aproveitou:
“Merda, merda, merda, merda, merda...”
Ricardo, meu sobrinho, afilhado e padrinho da Mariana, estava sentado na praia em Cabo Frio com o seu pai (meu irmão Eduardo). Na época tinha uns onze anos. A certa altura sai do mar uma menina com corpo escultural, com uma mini-micro tanga, com tudo querendo sair pra fora.
Os dois sentados olhando para ela como uns 90% das pessoas na praia (os homens, admirando e as mulheres com raiva).
Ricardo, sem virar para o pai diz:
“Essa “inzagerou”!”
Marcelo é famoso na família por suas pegadinhas e respostas rápidas.
Aqui vão duas dele, quando tinha uns dez anos:
Passando por uma Fazenda ao lado da nossa o feno estva cortado e já em forma de cubos (para quem não é acostumado, aquilo e feito por maquinas!)
O Fernando, irmão dele observa e diz:
Olha tio que legal!
O Marcelo não perdeu tempo e emendou:
“É... é uma plantação de quadrados”
Outra vez, eu estava jogando futebol com eles e disse para o Marcelo que ele precisava aprender a chutar com os dois pés.
Ele disse:
“ Não dá tio, eu caio!”
De repente sai a pergunta:
“Tio, merda é palavrão?”
“Mais ou menos, você não pode ficar falando na frente de todo mundo”
Então, aproveitando a solidão na beira do lago, ele aproveitou:
“Merda, merda, merda, merda, merda...”
Ricardo, meu sobrinho, afilhado e padrinho da Mariana, estava sentado na praia em Cabo Frio com o seu pai (meu irmão Eduardo). Na época tinha uns onze anos. A certa altura sai do mar uma menina com corpo escultural, com uma mini-micro tanga, com tudo querendo sair pra fora.
Os dois sentados olhando para ela como uns 90% das pessoas na praia (os homens, admirando e as mulheres com raiva).
Ricardo, sem virar para o pai diz:
“Essa “inzagerou”!”
Marcelo é famoso na família por suas pegadinhas e respostas rápidas.
Aqui vão duas dele, quando tinha uns dez anos:
Passando por uma Fazenda ao lado da nossa o feno estva cortado e já em forma de cubos (para quem não é acostumado, aquilo e feito por maquinas!)
O Fernando, irmão dele observa e diz:
Olha tio que legal!
O Marcelo não perdeu tempo e emendou:
“É... é uma plantação de quadrados”
Outra vez, eu estava jogando futebol com eles e disse para o Marcelo que ele precisava aprender a chutar com os dois pés.
Ele disse:
“ Não dá tio, eu caio!”
sábado, 17 de janeiro de 2009
Músicas e lembranças
Você deve estar pensando:
Lá vem ele com “Beatles again”!
Errou, vou falar e mostrar de tudo, menos Beatles.
São músicas e cantores que deixaram alguma marca na minha vida ou músicas que lembram algum amigo, amiga ou lugar.
E hoje o som não poderia ser outro senão Elton John.
Na foto eu com o LP de 1970 (original) que tem a música “Your song”.
(Pelos meus cabelos brancos dá pra ver que a foto é atual!)
Aqui vão duas preferidas:
Your song e Crocodille Rock
Se quiser saber mais sobre Elton John, veja no blog do meu amigo “Neil Son”:
http://quasepoucodequasetudo.blogspot.com/2009/01/figuraa-da-semana.html
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Ensinado o mestre
Outro dia contei a história do rapaz que duvidava que eu andasse de windsurf.
Hoje conto a história de quando ensinei meu ídolo a fazer wind-surf.
Hotel Duas Marias, Circuito Satélite (ATP), 1982.
Todos temos ídolos no esporte. Nos anos 60 e 70 eu tinha vários. Pelé, Ademir da Guia, Emerson Fittipaldi, Éder Jofre e no tênis, Thomaz Koch.
Sempre que podia ia vê-lo treinar e jogar no Pinheiros quando tinha Taça Davis, mas nunca havia conversado com ele.
Em 1982, numa das etapas do Satélite, no Hotel, eu tive o prazer de conhece-lo e dei algumas dicas para ele velejar com o Wind-surf.
Imagina; alguns anos atrás o cara era meu ídolo e não tinha nem coragem de conversar com ele. De repente eu estava ensinando e ele aprendendo e prestando atenção às minhas dicas.
Abaixo, Thomaz Koch na quadra 1 do Hotel Duas Marias, em 1982.
Hoje conto a história de quando ensinei meu ídolo a fazer wind-surf.
Hotel Duas Marias, Circuito Satélite (ATP), 1982.
Todos temos ídolos no esporte. Nos anos 60 e 70 eu tinha vários. Pelé, Ademir da Guia, Emerson Fittipaldi, Éder Jofre e no tênis, Thomaz Koch.
Sempre que podia ia vê-lo treinar e jogar no Pinheiros quando tinha Taça Davis, mas nunca havia conversado com ele.
Em 1982, numa das etapas do Satélite, no Hotel, eu tive o prazer de conhece-lo e dei algumas dicas para ele velejar com o Wind-surf.
Imagina; alguns anos atrás o cara era meu ídolo e não tinha nem coragem de conversar com ele. De repente eu estava ensinando e ele aprendendo e prestando atenção às minhas dicas.
Abaixo, Thomaz Koch na quadra 1 do Hotel Duas Marias, em 1982.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Velhos ditados, novos tempos...
Recebi do meu amigo Eric Smith, que hoje mora na Autrália.
Velhos ditados, novos tempos...
1. A pressa é inimiga da conexão.
2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. Antes só, do que em chats aborrecidos.
4. A arquivo dado não se olha o formato.
5. Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.
6. Para bom provedor uma senha basta.
7. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
8. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
9. Em terra off-line, quem tem um 486 é rei.
10. Hacker que ladra, não morde.
11. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
12. Mouse sujo se limpa em casa.
13. Melhor prevenir do que formatar.
14. O barato sai caro... e lento!
15. Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.
16. Quando um não quer, dois não teclam.
17. Quem ama um 486, Pentium 5 lhe parece.
18. Quem clica seus males multiplica.
19. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
20. Quem envia o que quer, recebe o que não quer.
21. Quem não tem banda larga, caça com modem.
22. Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.
23. Quem semeia e-mails, colhe spams.
24. Quem tem dedo vai a Roma.com
25. Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.
26. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.
27. Diga-me que computador tens e direi quem és.
28. Na informática nada se perde nada se cria. Tudo se copia... E depois se cola.
Velhos ditados, novos tempos...
1. A pressa é inimiga da conexão.
2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. Antes só, do que em chats aborrecidos.
4. A arquivo dado não se olha o formato.
5. Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.
6. Para bom provedor uma senha basta.
7. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
8. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
9. Em terra off-line, quem tem um 486 é rei.
10. Hacker que ladra, não morde.
11. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
12. Mouse sujo se limpa em casa.
13. Melhor prevenir do que formatar.
14. O barato sai caro... e lento!
15. Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.
16. Quando um não quer, dois não teclam.
17. Quem ama um 486, Pentium 5 lhe parece.
18. Quem clica seus males multiplica.
19. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
20. Quem envia o que quer, recebe o que não quer.
21. Quem não tem banda larga, caça com modem.
22. Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.
23. Quem semeia e-mails, colhe spams.
24. Quem tem dedo vai a Roma.com
25. Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.
26. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.
27. Diga-me que computador tens e direi quem és.
28. Na informática nada se perde nada se cria. Tudo se copia... E depois se cola.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Do baú - 1962
domingo, 11 de janeiro de 2009
Domingo é dia de futebol
Antigamente se dizia que Domingo era dia de futebol.Pois aqui no meu blog ainda é.Todo Domingo vou contar coisas que vi quando ia quase sempre duas vezes por semana durante os anos 60, 70 e inicio dos 80.
“Prá que time você torce?”
Essa é a pergunta feita quando uma rodinha começa a falar de futebol.
Quando era criança, até o fim da adolescência eu era Palmeirense. Tinha até bandeira para ir ns jogos.
Depois comecei a freqüentar o estádio do Guarani e migrei para o Bugre, mesmo antes dele ser campeão Brasileiro em 78, justamente em cima do “meu” Palmeiras.
Mas isso era no tempo (já disse em outros posts) que agente sabia a escalação do nosso time, e muitas vezes dos adversários.
Os jogadores não param em clube nenhum. Salvo raras exceções como o Marcos e o Rogério Ceni. A maioria já nem tem a cara de pau de beijar o escudo do time na hora da apresentação. O jogador está “nem aí” para o “seu” (o seu, não dele!) clube. A maioria dos dirigentes são incompetentes.
Então, de uns dois anos para cá digo que torço pelo melhor, ou o time que está jogando mais bonito.
Por coincidência torci pelo São Paulo nos últimos anos e me dei bem.
Torci para o Santos do Robeinho e Diego. Torci para o São Caetano, naquele ano que ele foi vice brasileiro.
A receita é a seguinte:
Para que ficar amargurado vendo seu time fazer péssimas contratações, jogando mal, lá no fim da tabela, etc.
Veja o que seu time está fazendo na pré-temporada, quem contratou, quem ficou, quem é o técnico.
Escolha dois ou três times, e espere o começo do campeonato, depois se decida!
É muito melhor, geralmente você torce pelo campeão.
Este ano?
Pelo jeito desconfio que vou ser Sãopaulino novamente!
“Prá que time você torce?”
Essa é a pergunta feita quando uma rodinha começa a falar de futebol.
Quando era criança, até o fim da adolescência eu era Palmeirense. Tinha até bandeira para ir ns jogos.
Depois comecei a freqüentar o estádio do Guarani e migrei para o Bugre, mesmo antes dele ser campeão Brasileiro em 78, justamente em cima do “meu” Palmeiras.
Mas isso era no tempo (já disse em outros posts) que agente sabia a escalação do nosso time, e muitas vezes dos adversários.
Os jogadores não param em clube nenhum. Salvo raras exceções como o Marcos e o Rogério Ceni. A maioria já nem tem a cara de pau de beijar o escudo do time na hora da apresentação. O jogador está “nem aí” para o “seu” (o seu, não dele!) clube. A maioria dos dirigentes são incompetentes.
Então, de uns dois anos para cá digo que torço pelo melhor, ou o time que está jogando mais bonito.
Por coincidência torci pelo São Paulo nos últimos anos e me dei bem.
Torci para o Santos do Robeinho e Diego. Torci para o São Caetano, naquele ano que ele foi vice brasileiro.
A receita é a seguinte:
Para que ficar amargurado vendo seu time fazer péssimas contratações, jogando mal, lá no fim da tabela, etc.
Veja o que seu time está fazendo na pré-temporada, quem contratou, quem ficou, quem é o técnico.
Escolha dois ou três times, e espere o começo do campeonato, depois se decida!
É muito melhor, geralmente você torce pelo campeão.
Este ano?
Pelo jeito desconfio que vou ser Sãopaulino novamente!
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